Livro-caixa do PCC

Notícia do Estado de S. Paulo de 24 de maio, p.c4, informa que o livro-caixa do PCC foi utilizado na audiência da CPI. Segundo a notícia, “o deputado Raul Jungman (PPS-PE) entregou ontem à CPI do Tráfico de Armas cópia dos registros do livro-caixa do PCC apreendido pela polícia de São Paulo. O deputado usou dados do documento para inquirir Maria Cristina Machado, advogada de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola. Como a contabilidade de janeiro de 2005 aponta pagamento de R$10 mil na rubrica ´advogado visitas´, Jungmann quis saber se Maria Cristina recebeu dinheiro do PCC para visitar o cliente

Mais adiante a reportagem comenta que a organização operou no azul no mês, com arrecadação de R$483.588 e gasto de R$376.040, um saldo superior a R$100 mil. Nesse período a contabilidade do PCC era centralizada.

Em dezembro de 2004 a organização gastou R$46 mil na compra de dois AR15 e 1 AK47 e R$20 mil em dois fuzis rouger. Além disso, o PCC também concedia financiamentos a seus integrantes. Em janeiro, R$50 mil foram dados a “Cantor” e R$1.500 para Felipe.

A partir da descoberta dos documentos, o tesoureiro foi assassinado e a contabilidade descentralizada. As investigações apontam uma arrecadação mensal de R$750 mil em média.

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