Archive for the ‘China’ Category

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janeiro 12, 2008

1. Para quem gosta do Google Earth, agora é possível ver o céu
2. Ascenção e queda do shopping
3. Ao contrário do que se pensa, o crescimento da China não depende só da exportação
4. Contradição: uma lista dos “melhores filmes que não vi”
5. FBI dá calote por conta de gerenciamento financeiro

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A história se repete?

agosto 27, 2007

O blog do Wall Street Journal apresenta uma comparação interessante entre os Estados Unidos de 1887 e a China em 2007. No final do século XIX os Estados Unidos era o paraíso da pirataria e escândalos de alimentos, conforme observa Stephen Mihm. Na época os Estados Unidos imprimiam livros sem permissão ou pagamento, inclusive de autores como Charles Dickens.

Existe um atrativo na idéia de que a história se repete. Mas as diferenças entre a China de 2007 e os Estados Unidos de 1887 são significativas. Mas a comparação, segundo o blog, pode ser interessante por indicar o caminho que deve percorrer um país para alcançar o desenvolvimento. Isto inclui novas tecnologias, expansão do mercado, empreendedores, expansão das cidades etc.

China

julho 17, 2007

CHINA: País implanta padrões internacionais de contabilidade
Gazeta Mercantil News (Tempo Real) – 13/07/2007

SÃO PAULO, 13 de julho de 2007 – As companhias estatais chinesas e as grandes e médias empresas privadas adotarão até o fim de 2009 novos padrões internacionais de contabilidade de acordo com as Normas Internacionais de Informação Financeira (NIIF).

O diretor do departamento de contabilidade do ministério da Fazendo, Liu Yuting, explicou que as novas diretrizes se aplicarão primeiro nas empresas estatais em 2008 e se ampliarão para alcançar a empresas privadas um ano depois. (…)

Europa e China

julho 10, 2007

A Comunidade Européia deu boas-vindas a China, que está adotando 39 padrões novos da contabilidade em uma proposta para obter uma substancial convergência daqueles padrões com os IFRS e para melhorar a transparência da informação financeira.

Clique aqui para ler

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maio 31, 2007

1. Como o mercado acionário chinês é afetado pela crença na sorte e azar

2. Neuroeconomia, emoções e decisões morais

3. Como a escolha do título do livro de administração é importante. Reportagem do Valor Econômico de hoje

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maio 20, 2007

1. Escandâlo da Siemens – Corrupção numa das maiores empresas da Alemanha – Reportagem do El País

2. Vontade de jogar futebol – Foto

3. Linha do Tempo de Finanças Comportamentais mostra o ápice em 1999

4. Taxa de juros na China é múltiplo de nove

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maio 17, 2007

1. Petrobrás perdeu em 3 rounds – sobre a negociação das refinarias

2. Loterias, perda de tempo – Um bilhete de loteria seria um ativo? Não, pois não satisfaz o requisito de gerar um benefício futuro esperado. A probabilidade é tão reduzida que não deve ser um ativo.

3. Na China tem mais menino que menina: preconceito ou Hepatite?

4. Quem lucrou com o acordo Daimler Chrysler? Os Advogados…

Propaganda ineficiente

abril 20, 2007

A Microsoft gastou muito dinheiro no lançamento do Windows Vista. Inclusive na China. No período de 19 de janeiro a 2 de fevereiro as vendas do software neste país foram de 244 cópias. A concorrência vende sua versão por 1 dólar nas ruas. (clique aqui)

China

abril 7, 2007

Algumas pessoas espantam com o crescimento da China e outros fazem até projeção sobre o fato da China ser a nova potência mundial. O gráfico abaixo é da The Economist (31/03/2007, p.4, Special Report sobre a China) e mostra a participação da China na economia mundial. Na realidade, o crescimento é uma recuperação da sua posição na economia que a China tinha no final do século XIX. Em 1820 mais de 30% da economia mundial era proveniente da China.

China

março 11, 2007

Na Bolsa de Xangai, vermelho é positivo
Folha de São Paulo – 11/03/2007
CLÁUDIA TREVISAN

Cor preferida dos chineses, o vermelho indica as ações que estão em alta nos painéis eletrônicos da Bolsa de Xangai, enquanto o verde marca os papéis que perdem valor.

Além da peculiar escolha das cores, a principal Bolsa da China possui traços que a diferenciam de instituições de outros países. Altamente especulativa, ela é dominada por empresas estatais, que fornecem ao mercado informações financeiras consideradas pouco confiáveis e nada transparentes. (…)

Seus movimentos não são pautados pela performance das companhias nas quais investem, mas pela busca de sinais que possam indicar se os painéis da Bolsa ficarão vermelhos ou verdes -como o rumor de que o governo adotaria um imposto de 20% sobre ganhos de capital, que deu origem à desvalorização de 9% no dia 27 de fevereiro, batizado de “terça-feira negra” na China. [Comentário: isso não ocorre nas outras bolsas?]

“A Bolsa chinesa é puramente especulativa. É impossível investir com base nos fundamentos das companhias, porque não há acesso à informação”, afirma o norte-americano Michael Pettis, professor de Finanças Internacionais da Universidade de Pequim.(…)

Interesses distintos

Os objetivos que orientam as decisões dos administradores nem sempre coincidem com o interesse dos acionistas minoritários e podem incluir preocupações como manter o nível de emprego em determinada região ou realizar investimentos por razões políticas. [Comentário: Isso não ocorre nas outras bolsas?]

A falta de profissionais especializados em contabilidade também conspira contra a qualidade das informações divulgadas pelas empresas abertas chinesas. Pettis diz que o país necessita de 250 mil auditores para analisar os balanços das companhias, mas conta somente com cerca de 70 mil.

O brasileiro Sit Sei Wei, da consultoria Oping Group, de Xangai, concorda que não é a análise dos dados das empresas que faz o mercado subir ou cair, até porque os balanços não são confiáveis. “É um mercado especulativo. A característica do investidor chinês é a busca de ganhos no curto prazo.”