Archive for the ‘Fraude’ Category

Fraude do Click cresceu?

fevereiro 28, 2008

Anteriormente, postagem sobre o aumento na fraude do clique. Aqui o argumento da Google afirmando que não.

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Fraude do Click cresceu

fevereiro 26, 2008


Os dados mostram um crescimento na fraude do click. O gráfico mostra os países onde é mais comum: quanto mais próximo do vermelho, maior a importância da fraude.

Escândalo da Volks: primeiro condenado

fevereiro 25, 2008

El escándalo Volkswagen de doble contabilidad, pago de viajes de lujo y servicios sexuales en aras de la paz social en la empresa ya tiene su primera víctima carcelaria, el ex presidente del comité de empresa Klaus Volkert, pero sus abogados advirtieron ayer que «no es la última palabra» y que recurrirán denunciando un «llamativo caso de doble rasero de la Justicia» alemana.

Volkert fue ayer condenado a dos años y nueve meses de prisión por corrupción. Según confirma la sentencia, el antiguo líder del comité de empresa habría aceptado «pagos» por valor de dos millones de euros, al tiempo que su amante, la brasileña Adriana Barros, recibía costosos «regalos» en joyas y viajes. Muchos otros sindicalistas también se habrían beneficiado de estos servicios de lujo y sexo.

Los abogados de Volkert, que ya han anunciado que recurrirán la sentencia, aseguran que el hombre que autorizaba esos pagos, Peter Hartz, entonces responsable de recursos humanos de Volkswagen, miembro del Partido Socialdemócrata (SPD) y del poderoso sindicato IG Metall, fue condenado a dos años de libertad condicional y al pago de una multa de 576.000 euros a finales de 2007.

El mismo Hartz, amigo personal del ex canciller Gerhard Schröder y colaborador fiel en su reforma laboral -que incluso fue rebautizada con su nombre-, se habría beneficiado de los servicios que ofrecía a los sindicalistas.

Junto a Volkert era también juzgado en Braunschweig (Baja Sajonia) el ex jefe de personal Klaus-Joachim Gebauer, el hombre que pagaba y organizaba los excesos de Hartz, y de los sindicalistas para facilitar las «buenas relaciones» laborales. Ha sido condenado a un año de libertad condicional.

En noviembre último el fiscal de Braunschweig afirmó que Ferdinand Piëch, cerebro del grupo Volkswagen y hoy jefe de su consejo de vigilancia, debía tener conocimiento de estas actividades, aunque el patrón de Porsche siempre lo ha negado. En total, el caso habría costado a la compañía alemana unos cinco millones de euros.

Klaus Volkert, primer implicado en el escándalo VW que pisará la cárcel – Carlos Alvaro Roldan – El Mundo – 23/2/2008

Conclusão do óbvio

fevereiro 21, 2008

Una investigación interna del banco francés Société Générale iniciada tras una pérdida millonaria provocada por un operador, concluyó que los controles de la entidad eran poco exhaustivos. (…)

Auditoría revela fallas en el Société
El Cronista Comercial – 21/2/2008

SG, os Cartões de Crédito do Governo Lula e as Finanças Comportamentais

fevereiro 6, 2008

Os problemas de controle interno no Societe Generale foram analisados sob diversas formas. Uma forma interessante de ver o que ocorreu neste banco é através das finanças comportamentais. Um estudo realizado nos Estados Unidos com estudantes que deveriam resolver uma lista de questões de matemática, mostrou algo interessante sobre a questão ética da desonestidade e a presença do dinheiro (moeda). Para o grupo de controle (1/3 dos alunos) a média de resolução das questões foi de 3,5 questões (o tempo era muito curto para resolver todas as questões). No segundo grupo, onde os pesquisadores permitiram que os alunos fossem desonestos e receberiam em dinheiro por sua desonestidade, a média de respostas corretas foi de 6,2 questões. Esta diferença mostra que estes alunos desonestos eram capazes de fazer trapaças para ganhar mais. Ao terceiro grupo, os pesquisadores permitiram também a trapaça, mas o “prêmio” não era em dinheiro, mas um substituto. Neste grupo os alunos responderam 9,4 questões.

Ou seja, com dinheiro, o aumento na desonestidade foi significativo. Mas com um ganho através de itens não monetários o aumento foi ainda maior.

Isto poderia ajudar a explicar o comportamento de pessoas que geralmente não acham desonesto tomar uma caneta emprestada e esquecer de devolver, mas consideram reprováveis atitudes como pegar dinheiro emprestado e não devolver.

O funcionário do Societe Generale talvez se enquadre nesta situação. O ministro de Estado que paga suas contas com o cartão corporativo do governo talvez não ache isto reprovável.

Aqui esta discussão é mais detalhada. Mais: aqui .

Mas destaco um trecho relevante sobre as conclusões da pesquisa:

“quando lidamos com uma moeda mais abstrata nossa moralidade é menos capaz de proteger-nos contra a desonestidade (…)”

Mais fraudes

janeiro 31, 2008

FBI abre inquérito contra 14 empresas
Patricia Lara
Jornal do Commércio do Rio de Janeiro – 31/1/2008

A polícia federal americana (FBI) abriu inquéritos contra 14 companhias para investigar possíveis fraudes contábeis, transações com informações privilegiadas e securitização de empréstimos relacionados a hipotecas de segunda linha (subprime).

Em mais um sinal dos efeitos resultantes da crise do setor hipotecário, a ação do FBI ocorre após a regulação leve da indústria – principalmente, das corretoras de hipotecas – ser apontada como uma das culpadas por vendas enganosas e abuso de produtos hipotecários.

O porta-voz do FBI, Bill Carter, afirmou que a agência está trabalhando “em proximidade” com o órgão regulador do mercado de valores mobiliários americano (a Securities & Exchange Commission, SEC), mas algumas das investigações estão ocorrendo em paralelo. O porta-voz recusou-se a citar as companhias envolvidas, mas o FBI informou que está olhando supostas fraudes em vários estágios do processo hipotecário, de companhias que empacotaram os empréstimos em novos produtos até bancos que terminaram por deter esses produtos.

O número de casos de fraude hipotecária abertos pelo FBI subiu de 436, em 2003, para 1.210 no ano fiscal em 2007, de acordo com informações do FBI. “Nós estávamos discutindo esse assunto desde 2004”, afirmou Carter. “Nós consideramos a fraude hipotecária como um problema criminal significativo e em crescimento e uma área de preocupação. O combate a esse problema é uma prioridade diante do impacto do setor imobiliário na economia mais ampla”.

Como já foi divulgado anteriormente, os procuradores federais do Brooklyn, Nova York e da SEC estão avaliando o colapso de dois fundos de proteção (hedge) do banco de investimento Bear Stearns. A SEC e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos também estão investigando o fornecimento de informações privilegiadas para a venda de ações e a contabilidade da New Century Financial, uma empresa de concessão de hipotecas que está em processo de falência.

As grandes perdas

janeiro 27, 2008

Começamos o ano com notícias de grandes perdas contábeis. O Société Générale, banco francês, perdeu quase 5 bilhões de euros com o mercado futuro. Neste endereço, um resumo de algumas das maiores perdas da história recente.

Parmalat

janeiro 21, 2008

CVM rejeita acordo proposto pela companhia no Brasil
Valor Econômico – 21/01/2007

O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) rejeitou as propostas de acordo feitas pela Parmalat, ex-conselheiros de administração da empresa e sócios da auditoria Deloitte para encerrar inquérito administrativo que apura indícios de “maquiagem contábil” em balanços publicados pela companhia no Brasil a partir de 2000. Dessa forma, eles irão a julgamento na autarquia.A direção da CVM seguiu a orientação do comitê de inquérito responsável pelo caso, para quem as propostas não foram adequadas, “em face do desequilíbrio entre a natureza e gravidade das acusações e os compromissos propostos”.O inquérito foi aberto em 2004, na seqüência do escândalo protagonizado pela Parmalat na Itália no fim do ano anterior – e que levou a unidade brasileira a entrar num processo de recuperação judicial.

O objetivo era “apurar eventuais ocorrências de desvio de poder de administradores e abuso de poder de controle” da empresa.

Foram rejeitados os acordos propostos pela Parmalat Alimentos (empresa operacional, listada em bolsa); os ex-conselheiros de administração Carlos Monteiro, Marilza Imanichi e Derli Forti; a auditoria Deloitte e seus sócios Wanderley Olivetti e Michael John Morrell. Dessa forma, eles irão a julgamento na CVM. Unânime, a decisão do colegiado foi tomada em outubro, mas o documento se tornou disponível no site da autarquia no fim de 2007. Procurada, a CVM não fez comentários, pois o processo corre em sigilo.

A Parmalat Alimentos havia sugerido à autarquia encerrar e corrigir em seus balanços as irregularidades apontadas e doar R$ 20 mil ao programa Fome Zero, do governo Federal. A Deloitte e seus sócios propuseram pagar R$ 50 mil à CVM e promover um seminário sobre o uso de ressalva e de parágrafos de ênfase em pareceres de auditoria.

Antes da decisão do colegiado, o comitê de inquérito havia recomendado também a responsabilização da holding Parmalat Participações e de outros ex-conselheiros e executivos do grupo. Entre eles, estão o ex-diretor financeiro Andrea Ventura, que já levou à CVM sua defesa, e os ex-conselheiros Miguel Angel Reyes Borzone e Ricardo Gonçalves.

Quando estourou a crise na matriz e a unidade brasileira acabou pedindo proteção contra credores, a CVM instaurou inquérito e constatou que, entre 2000 e 2003, a empresa havia conduzido uma suposta reestruturação – com a venda e a reorganização de ativos -, sem a discussão do assunto em assembléias e no conselho de administração. “Parte dos custos da companhia neste processo de reestruturação foi ‘absorvida’ pela controladora indireta italiana, a Parmalat SpA, em que pese a inexistência de um contrato ou instrumento equivalente assinado entre esta e a Parmalat Alimentos”, diz o comitê de inquérito, acrescentando que a companhia praticou “o que no jargão do mercado é conhecido por ‘maquiagem de balanço’.

“Sobre a Deloitte, o comitê afirma que a auditoria errou ao não ter feito ressalvas às demonstrações financeiras. “Quanto ao auditor independente, que tudo sabia, verifica-se a sua aquiescência com os procedimentos irregulares adotados pela companhia”, diz.

Mas se não havia ressalvas no balanço da empresa operacional, um alerta havia sido feito por John Morrell no parecer sobre as demonstrações financeiras da Parmalat Participações em 2002. O auditor chamou a atenção para o alto volume de transações financeiras entre a holding e empresas do grupo. “Algumas operações poderiam ter condições diferentes caso fossem praticadas com terceiros não ligados ao grupo Parmalat”, afirmava o auditor. (…)

Grifo meu

Links

janeiro 9, 2008

1. Depois do “[Ivar] Kreuger crash” em Wall Street, o Securities Act foi aprovado em 1933 exigindo mais evidenciação
2. Sobre Ivar Kreuger e o impacto da falsa contabilidade no crash
3. Ciência e Fé
4. Como nascem as grandes idéias
5. Tamanho no banheiro masculino
6. Música sendo usada por traficantes para lavar dinheiro no México

Coréia Perdoa fraudador

janeiro 7, 2008

Segundo o Financial Times (President pardons Daewoo fraudster, por Song Jung-A, 2/1/2008, Asia Ed1,Page 13), o ex-dirigente do Daewoo Group, Kim Woo-choong, foi perdoado, no dia 1o. de janeiro, da sentença de 10 anos recebida em 2006. O executivo foi preso por fraude e outros crimes, depois que a Daewoo entrou em crise financeira com dívidas acima de 80 bilhões de dólares. O perdão é um procedimento tradicional na Coréia do Sul e incluiu outros executivos. Mas o tamanho do perdão gerou críticas no país.

Enquanto isto, nos Estados Unidos, o ex-executivo da Waste James E. Koenig foi condenado. Aqui e aqui