Archive for the ‘IFRS’ Category

Iasb e o Valor Justo

março 2, 2008

O Iasb está propondo uma discussão sobre a mensuração do valor justo (aqui). A proposta deverá ser concluída em 2010. Atualmente as normas internacionais de contabilidade exigem que alguns ativos, passivos e instrumentos financeiros sejam mensurados pelo valor justo. Entretanto, esta norma já tem alguns anos e o Board decidiu unificar e esclarecer certos itens. As normas estão dispersas e não são consistentes, conforme o próprio Iasb afirma. A proposta envolve, portanto, unificar as normas, mas também melhorar a definição de valor justo.

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Auditores

fevereiro 28, 2008


Já que a contabilidade está deixando as regras padronizadas e caminhando para os princípios (clique aqui ou leia abaixo), como fica a auditoria? Um texto interessante sobre isto aqui

Accounting experts could spend days on end debating which is better: a more prescriptive set of rules (like U.S. GAAP) or rules that seem to allow more judgment (international financial reporting standards, or IFRS). What’s indisputable is that standard-setters and regulators — any debate notwithstanding — have pushed hard for years to move the U.S. toward what they consider a more principles-based financial reporting system. (…)

On one hand, the specifics of any plan is almost certain to create dissention. But on the other, there’s general agreement among the experts that achieving a more principles-based system will require the behavior of the financial-statement preparers and auditors to change.

Putting Auditor Judgments under a Microscope
Sarah Johnson – CFO.com | US – 27/2/2008
February 27, 2008

Balanços mais subjetivos

fevereiro 28, 2008

Balanços ficarão mais subjetivos
De São Paulo
27/02/2008

A vida dos contadores e dos auditores vai ficar mais emocionante. A convergência da legislação contábil brasileira aos padrões internacionais do IFRS significa que esses profissionais terão de exercitar mais a capacidade de julgamento na sua atividade. “O contador vai ter que sair de sua cadeira confortável e olhar o mundo”, enfatizou o professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), Eliseu Martins.

O motivo da necessidade de julgamento deve-se ao fato de o IFRS, padrão para o qual o Brasil está convergindo, ser baseado em princípios gerais e não em regras rígidas. Por enquanto, porém, os profissionais não estão achando a vida mais emocionante. Estão temerosos, achando o simples exercício de sua profissão mais arriscado.

Durante seminário realizado ontem na Fipecafi, os professores Eliseu Martins e Ariovaldo dos Santos foram alvo de muitas dúvidas, em especial sobre como tomar decisões em relação a normas e diretrizes pouco exatas que falam em efeitos “materialmente relevantes”, “significativos”, “importantes”, “substanciais” a serem descritos pelas empresas.

Diante dos questionamentos, Nelson Carvalho, presidente do conselho consultivo do Comitê Internacional de Normas de Contabilidade (Iasb , na sigla em inglês), que estava na platéia, tomou o microfone. “O mundo inteiro, não só o Brasil, clama por percentuais”, disse ele, referindo-se a parâmetros que poderiam ser fornecidos para orientar a aplicação das normas.

Porém, Carvalho pôs fim às esperanças dos adeptos das “regrinhas de bolso”, citando o presidente do Iasb, David Tweed: “Estamos marchando para uma contabilidade baseada em princípios e não em regras. Se dermos percentuais, voltaremos às regras”.

Eliseu Martins destacou que os grandes escândalos da contabilidade internacional, como o da Enron, não aconteceram por erro de julgamento e sim por uso de brechas nas regras.

Para Ariovaldo dos Santos, o professor destacou que será normal a existência de erros durante a fase de transição das normas brasileiras ao padrão internacional. “Mas isso é só por um ano ou dois”, brincou ele. Santos enfatizou que quando a companhia não souber como proceder pode buscar orientação nas normas do Iasb para o IFRS, pois é o para onde o país está rumando. “É necessária uma completa mudança de atitude.” (GV e NN)
Valor Econômico
Enviado por Ricardo Viana

Iasb muda IAS 32

fevereiro 28, 2008


O International Accounting Standards Board (IASB) iniciou uma discussão para alterar o IAS 32 sobre a distinção entre equity financial instruments e other financial instruments (non-equity instruments).

Na apresentação da alteração, o IASB reconhece que os princípios do IAS 32 são difíceis de serem aplicados e que a sua aplicação pode levar a classificação errônea.

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Links

fevereiro 11, 2008

1. O impacto da nova lei e a tributação

2. Chavez, Exxon e a ameaça aos produtores de leite

3. Pesquisar remédios, preços e genéricos

4. SEC irá adotar o IFRS

5. Produtos estranhos

Regra contábil e IPO

fevereiro 11, 2008

O The Wall Street Journal de 11/2/2008 (Why Foreign Firms May Stay Overseas — Experts Have Doubts If Accounting Shift Will Lure More IPOs, Lynn Cowan, c6) afirma que a mudança na exigência contábil de utilização obrigatória do US GAAP para ter ações negociadas nos Estados Unidos pode ser importante para aumentar o número de novas empresas abertas, mas talvez não seja suficiente.

“It can reduce time to market and clearly reduces the costs of obtaining and maintaining a listing, but standing alone, the GAAP reconciliation requirement probably does not drive the decision not to access the U.S. public market,” says Mr. Goodman, who works with foreign companies considering listings in the U.S. “I think foreign companies still have the perception that the U.S. has a more stringent and expensive regulatory regime, including as a result of Sarbanes-Oxley, and that the U.S. is a more litigious environment.”

The U.S., once considered a central hub for stock listings globally, has seen a decline in its world-wide share of new foreign listings in recent years. Some have laid most of the blame for the downturn on Sarbanes-Oxley rules, which require companies to add procedures to catch financial misstatements and fraud, and make executives more accountable for fraud that does occur.

But others say it isn’t just a negative perception of regulations in the U.S. that is keeping foreign listings away; there are also changes abroad, including increased liquidity in markets from Hong Kong to Brazil that have led to fewer international listings in the U.S. (…)

Clique aqui também.

Links

janeiro 22, 2008

1. Fasb e prováveis mudanças nas regras contábeis dos fundos de pensão?

2. Ainda a baixa contábil do Citi

3. Quem é melhor: Bill Gates ou Madre Teresa? Gates

4. Auditorias apoiam o IFRS

5. As crianças detestam palhaços

O Impacto da adoção do IFRS no Canadá

janeiro 21, 2008

“No entanto, para conseguir que a maioria dos países concorde com a sua estrutura, o IFRS foi construído usando uma abordagem de menor denominador-comum. Em outras palavras, a menos das extenuantes exigências contábeis em cada área específica foi frequentemente selecionadas para garantir aceitação. Por conseguinte, deixa-se muito em aberto a interpretação e os executivos têm de assumir muitas hipóteses para preencher os buracos.”

IFRS accounting will make analysis tricky; Revenue, asset values will have new meanings – Al & Mark Rosen – Financial Post – 17/01/2008

Clique aqui

O texto faz uma série de críticas pela adoção da IFRS em relação às normas atuais do Canadá. Um exemplo é o reconhecimento da receita, que o autor considera “deficiente” e que “requer melhorias”.

Na primeira parte do texto (New accounting standards leave too much to chance; Vague wording means loopholes won’t be closed, Financial Post, 16/01/2008) o autor destaca os benefícios da contabilidade internacional.

Linguagem global

janeiro 16, 2008

Lenguaje contable global
Cinco Días. Madrid – Nacional – 019 – 16/01/2008

Frederic borrás pamies Ahora que ya se ha publicado el nuevo Plan General de Contabilidad para adaptar nuestra normativa contable a la internacional es un buen momento para analizar como está el panorama más allá de nuestras fronteras.

Son ya más de cien los países que requieren o permiten que sus empresas presenten los estados financieros de acuerdo con las Normas Internacionales de Información Financiera (NIIF), que han sido desarrolladas por el organismo internacional correspondiente (IASB) con objeto de intentar proporcionar un lenguaje contable único y de alta calidad que sea aceptado en los mercados financieros de todo el mundo. La Unión Europea dio un paso muy importante cuando obligó a que las compañías europeas cotizadas presentaran las cuentas consolidadas utilizando las NIIF a partir del 2005. El IASB considera que se dio un paso fundamental recientemente cuando la Comisión del Mercado de Valores de EE UU (SEC) permitió para las sociedades extranjeras que cotizan en aquel país y que preparan sus estados financieros con las NIIF, que no presenten la reconciliación entre normas internacionales y normas americanas; es por tanto la aceptación de las NIIF para las sociedades extranjeras. Pero la cosa parece que no va a quedar aquí porque la SEC ha anunciado al mismo tiempo que va a analizar la posibilidad de que las empresas americanas también presenten sus cuentas con las normas NIIF. Después de que durante mucho tiempo había habido intentos infructuosos de que EE UU convergiera con la normativa internacional, dejando al lado la suya propia, la SEC ha tomado esta decisión y la justifica por el hecho de que un tercio de los inversores americanos tienen inversiones en el extranjero por lo que dicen que es deseable apoyar un lenguaje contable común que beneficie la comparación para la toma de decisiones de dichos inversores e incluso para favorecer la formación de capital transfronterizo. Pero aparte de esta justificación oficial no hay que olvidar que en los últimos meses ha habido un goteo continuo de sociedades europeas que han abandonado la Bolsa de EE UU, aduciendo que el coste de cumplir los requisitos de aquel país no les compensaba los beneficios que les reportaba la presencia en aquel mercado. También el 2007 ha resultado un año clave porque China acaba de publicar una normativa contable adaptada a las NIIF, cosa que también ha anunciado Japón que va a hacer para el 2011. Brasil va a adoptar las NIIF solo para las cotizadas el 2010, siendo voluntario hacerlo antes. La situación en los países comentados, evidencia que el proceso de unificación de la normativa contable a nivel mundial está dando pasos muy importantes para convertirse en realidad y dar respuesta a las necesidades de los inversores que cada vez más se mueven en unos mercados financieros globalizados. Es en este contexto que hay que lamentar que el nuevo Plan General de Contabilidad contenga algunas diferencias con la normativa internacional, cosa que perjudica el objetivo perseguido de la comparabilidad de la información financiera de nuestras empresas en el entorno internacional.

Iasb e Fasb juntos

janeiro 11, 2008


El IASB, el organismo internacional encargado de elaborar las normas contables internacionales aprobó ayer la nueva norma sobre combinaciones de negocios que las empresas que utilicen este tipo de contabilidad deberán aplicar a partir de julio de 2009. Pero la gran novedad es que por primera vez la emisión de esta norma se ha realizado en coordinación con el organismo estadounidense de contabilidad, el FASB, con el objetivo de alcanzar la convergencia entre las normas contables internacionales, las NIC o NIIF y los US Gaap.

Para el socio director responsable de práctica profesional de KPMG, Enrique Asla, el grado de convergencia que se consigue con la publicación de las normas reguladoras de las combinaciones de negocios “es una muestra clara de la voluntad de lograr un lenguaje contable común y de reducir las diferencias que actualmente existen entre las NIIF y los US Gaap”. Asla señala que a pesar de que las normas aprobadas no sean completamente idénticas ambos organismos han compartido esfuerzos para lograr un acuerdo no sólo en los conceptos y principios, sino también en la terminología adoptada. El avance hacia la convergencia es uno de los factores que respaldan los cambios propuestos recientemente a las normas de la SEC, que permitirán utilizar las NIIF en los informes financieros presentados por emisores privados extranjeros sin tener que realizar la conciliación a los US Gaap. Pese al avance hacia la convergencia, el presidente de la SEC, Christopher Cox afirmó ayer que la desaparición de la FASB no es “inminente” ya que las normas emitidas por este organismo están “profundamente entroncadas en EE UU”. Señaló además que la IASB debe mejorar su buen gobierno antes de que la SEC le otorgue la misma consideración que a la FASB.

La contabilidad de EE UU y la internacional pactan su primera norma
A. Corella Madrid – Cinco Días -11/1/2008

Aqui, uma melhor explicação da nova regra:

(…) One of the most controversial changes has been accounting for acquisition-related costs. Fees paid to investment banks, attorneys and valuation experts will no longer be included in goodwill and have the potential to affect earnings.

Until now, acquisition-related costs paid to third parties have been capitalized as part of the purchase price.

Under the new accounting rules, these fees will be considered an expense as incurred and have to be written off against profits. The move could seriously cut into the profits of companies engaged in major transactions, with bills for advisers sometimes running to hundreds of millions of dollars. Moreover, as deal costs are expensed when they are incurred, the appearance of significant spikes in such expenses could raise questions about potential acquisitions that are still confidential.

Under both regimes, the changes begin taking effect for financials in fiscal 2009.

However, the change is designed to make company financial statement more transparent so investors have a better idea of how funds are parceled out.

Additionally, both sets of standards require that acquirers recognize contingent liabilities (a current obligation that results from a future event, such as a lawsuit settlement) at the acquisition date, and that changes in the value of the liabilities after the acquisition date are recognized in accordance with existing rules governing contingent considerations.

Another change will be in so-called step, or partial, acquisitions. These occur when a company that holds stock in a target company acquires additional shares to take control of the target. Similar to FASB’s new merger rules, (FAS 141R) IFRS 3 does not require companies to fair-value every asset and liability at each stage of a step acquisition to calculate goodwill. Instead, goodwill is now measured as the difference (at the acquisition date) between the combined value of the existing holding in the target and the value of shares transferred, and net assets acquired.

But differences between the two sets of rules still remain. While the international standard allows an acquiring company to measure minority interest in a target company either at fair value or at its proportionate share of the target’s identifiable net assets, the domestic standard requires minority interests to be measured at fair value.

The two boards also have different definitions of control as it pertains to business combinations. A transaction defined under IFRS as a business combination may not be considered one under FAS. The IASB board expects to address the discrepancy sometime this year.

Another difference the IASB will take on this year is the definition of fair value. IFRS 3 bases fair value on the exchange value of an asset or liability, while U.S. GAAP defines fair value as an exit value. In addition, there is a split between the two boards regarding the threshold for recognizing contingent liabilities. IFRS 3 requires recognition of a liability if it can be reliably measured, while FAS 141R requires management to be more than 51% sure that the contingency is likely. (…)
Merger accounting standards converge – Donna Block – The Deal