Archive for the ‘imposto’ Category

Reforma tributária pode complicar contabilidade

março 3, 2008

A reforma tributária proposta pelo governo vai tornar mais complexa a contabilidade de cerca de 600 mil empresas, principalmente as prestadoras de serviços. Elas também correm sério risco de sofrer aumento de carga tributária. Hoje, essas empresas pagam dois tributos federais – PIS (Contribuição para o Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) – calculando 3,65% sobre seu faturamento. Na proposta de reforma tributária, esses dois tributos desaparecem e são substituídos por um só, o Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), resultado da fusão de PIS, Cofins e Cide, incidente em combustíveis.
Ocorre que o IVA será calculado de outra maneira e tende a complicar a vida dessas empresas, segundo alerta feito pelo ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel, da consultoria Logos.

Fonte: aqui

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Links

fevereiro 19, 2008

1. Newton da Costa, um filósofo brasileiro
2. Relatório do Iasb de 2006
3. Nomes de carros “estranhos”. Inclui LaPuta, mas falta o Corsa
4. Pensamentos sobre impostos, segundo os presidentes dos EUA

Impostos e crença no Mercado

fevereiro 7, 2008


A figura foi extraída do texto “Groupthink and Ideology“, de Roland Benabou (). Mostra a relação existente entre no sistema de livre mercado e a participação dos impostos na economia. Países que acreditam mais no livre mercado possuem um governo que arrecada menos tributo. O gráfico inclui o Brasil (BRA na figura, no centro).

Diante do crescente (e sempre crescente) aumento nos tributos no Brasil, uma possível justificativa “talvez” seja a descrença que temos no livre mercado.

Impostos e Finanças comportamentais

fevereiro 7, 2008

A teoria de finanças comportamentais pode ser usada para discutir a melhor forma de taxação. Um artigo de 31 de janeiro de 2008, do New York Times, que discute este ponto.

Rebate Psychology
By NICHOLAS EPLEY

THE House of Representatives passed a bill on Tuesday that would try to stimulate the economy, in part, by sending “tax rebates” to more than 100 million families. The logic of a tax rebate is that people will spend more money if they have more to spend. Unfortunately, psychology may interfere with that logic.

Research on decision-making demonstrates that describing a financial windfall as a “rebate” — instead of something equally accurate — increases the likelihood that people will save it. If Congress and President Bush want to increase consumer spending, they should have pitched these $600 and $1,200 checks as “tax bonuses” instead.

Changing the way that identical income is described can significantly affect how people spend it. In an experiment I conducted at Harvard with my colleagues Dennis Mak and Lorraine Chen Idson, participants were given a $50 check. They were told that this money came from a faculty member’s research budget, financed indirectly through tuition dollars. Roughly half of the participants had this money described as a “rebate,” whereas the others had it described as a “bonus.” When unexpectedly contacted one week later, participants who got a “rebate” reported spending less than half of what those who got a “bonus” reported spending ($9.55 versus $22.04, respectively).

We observed this same pattern in other experiments when participants were asked to keep a written record of their spending, as well as in experiments in which the participants were allowed to purchase items in the lab. “Rebates” are understood to be returns from money already spent. A rebate, psychologically speaking, is the return of a loss of one’s own money rather than a pure gain provided by someone else, so it is unlikely to be seen as extra spending money.

Getting a rebate is more like being reimbursed for travel expenses than like getting a year-end bonus. Reimbursements send people on trips to the bank. Bonuses send people on trips to the Bahamas.

This is more than merely a matter of political spin. Decisions depend very heavily on how people’s options are described.

People are more willing to treat 600 people infected with a deadly virus when they are told the treatment will save 200 of those lives, than when they are told that it will kill 400 of them. People are more likely to donate to a charity when the cost is described in terms of pennies per day instead of dollars per year. And more people say they could live on 80 percent of their income than say that they could save 20 percent of their income.

Descriptions are the psychological equivalent of a camera lens. Psychologists use the term “framing effects” to describe their influence. An investment banker who is delighted by saving $5 on a pair of shoes but disgusted by receiving $1,000 for a year-end bonus has experienced the power of framing effects.

If the current proposal for tax rebates sounds familiar, it’s because we have indeed been here before. In 2001, Congress and President Bush returned $38 billion to taxpayers in the form of $300 to $600 tax rebates, with the hope that Americans would stimulate the economy by spending them. But research conducted by two University of Michigan economists, Matthew Shapiro and Joel Slemrod, found that only 28 percent of the people in a national survey reported that they spent most of their rebate checks soon after receiving them. In a country where the personal savings rate has become negative by some accounts, people seem remarkably able to save at the very time their government needs them to spend.

In another experiment my colleagues and I conducted, taxpayers asked to recall the 2001 tax rebate reported that it seemed more like “extra income” when researchers described it as a tax bonus but more like “returned income” when it was described as a tax rebate.

This is exactly the kind of difference in perceptions that would increase spending of bonuses relative to rebates. Describing the checks as rebates highlights that this is simply one’s own money being returned. A bonus, however, is extra cash to be spent.

Under the House plan, the checks that would arrive in people’s mailboxes would go to those who pay the least income taxes, or even pay no income tax at all. Saying the checks are bonuses — or anything else that would call to mind thoughts of receiving a gift rather than getting a reimbursement — may not only be a more effective description for this stimulus package, but it may also be more accurate.

A hamburger can be described as 10 percent fat, but you had better call it 90 percent lean if you want your dinner guests to eat it. Politicians are thought to be expert spin doctors, able to choose the right words to fit any occasion, but they do not seem to be paying attention to how to sell the stimulus package so that consumers spend with patriotic abandon.

Nicholas Epley is a professor of behavioral science at the University of Chicago Graduate School of Business.

Fumantes e Obesos custam menos ao Estado

fevereiro 6, 2008

Ao contrário do que se pensa, os fumantes e os obesos representam uma economia para a saúde pública e os gastos públicos nesta área. É o que afirma um estudo realizado na Holanda (Aqui). Por terem uma vida mais curta, os fumantes e os obesos irão consumir menores recursos na área de saúde.

Durante muito tempo tem-se justificado uma taxação maior no cigarro e nos produtos alimentícios de alta caloria pelo fato deles representarem um gasto público maior para os governos. Mas conforme o estudo, uma pessoa normal na Holanda representa um custo de 210 mil libras, enquanto o fumante tem um custo de 165 mil libras e um obeso 187 mil.

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fevereiro 6, 2008

1. A Exxon teve um bom lucro (aqui, postagem anterior), mas paga muito imposto)
2. Função da produção em escola e prisão
3. Como a imprensa norte-americana se comportou na crise
4. O que mudou para geração Google
5. Faça uma apresentação como Jobs

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fevereiro 1, 2008

1. Ações de empresas novatas na Bolsa são campeãs em perdas Ações das 50 empresas de maior liquidez que abriram capital a partir de 2004 caem duas vezes mais que Ibovespa
2. Uma visão da cabine do novo Airbus
3. Os aeroportos mais perigosos do mundo (Não tem nenhum brasileiro na lista!!)
4. Cofins pode ser reduzida
5. Como a The Economist analisou o problema do Société Générale e aqui e aqui
6. Média de atraso em vôo no Brasil chega a 71 min
7. Quem perderia caso não ocorra a festa do Oscar (estúdios, canais de TV, atores, lojas de grifes, festas, floriculturas, fotógrafos, limusines, seguranças, cabeleireiros, publicistas, e outras)

Wesley Snipes

janeiro 15, 2008

O ator Wesley Snipes, da trilogia Blade, ganhou, entre 1999 a 2004, 38 milhões de dólares. Neste período ele pagou zero de impostos.

Seu argumento é que não foi exigido pagar impostos. Alguns estão considerando Snipes uma figura do movimento anti-imposto. Desde que a bilionária Leona Helmsley, em 1989, foi presa por problemas com o fisco, não se tem um caso como este.

Clique aqui para ler mais

Custo da Monarquia

dezembro 30, 2007

El coste del mantenimiento de la jefatura del Estado, es decir, de la Monarquía española, es bastante opaco porque no se financia exclusivamente con la partida “Casa Real de Su Majestad el Rey” que figura en los Presupuestos Generales, como habitualmente se cree, sino también con otras cantidades distribuidas en otros capítulos presupuestarios. El hecho de que esos capítulos no estén suficientemente desglosados hace muy complicada la auténtica contabilidad de la Casa Real. Conste, sin embargo, que el mismo problema de falta de transparencia, en mayor o menor grado, se denuncia en prácticamente todas las casas reales europeas e incluso en algunas presidencias de república, exactamente por los mismos motivos: poco desglose de los gastos y mucha opacidad de las partidas destinadas a ellos.

El coste del mantenimiento de la jefatura del Estado, es decir, de la Monarquía…
Soledad Gallego-Díaz – El País – 30/12/2007

A reportagem não consegue chegar a um número razoável que informe o custo da monarquia na Espanha.

O jornal espanhol elegeu o Rei personagem do ano.

Também na mesma edição, o jornal destaca a alteração das normas tributárias espanholas que permitia de jogadores de futebol pagassem menos impostos que os outros trabalhadores. Aqui

Pagamento de Impostos

dezembro 12, 2007

Um relatório mostra que no Brasil se paga muito imposto e se perde muito tempo com isto. Atente para página 35. (Em PDF)