Archive for the ‘imprensa’ Category

Capa e Mercado

fevereiro 14, 2008


A foto é de Marisa Miller, modelo norte-americana, 1,73 m, 50 kg, 29 anos e capa da Sports Illustrated Swimsuit Issue deste ano. São dois objetivos da foto de Marisa.

Em primeiro lugar, a foto da capa de Marisa Miller significa que o mercado acionário norte-americano terá um bom desempenho em 2008. Nos últimos 30 anos, toda vez que uma modelo norte-americana foi capa desta revista a SP 500 teve um ganho de 13,9%. Quando foi uma modelo de outro país, inclusive do Brasil (1978) o ganho da SP é de 7,2% em 11 anos.

A série histórica está abaixo:


O segundo motivo de colocar a Marisa neste blog é óbvio, não?

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Links

fevereiro 6, 2008

1. A Exxon teve um bom lucro (aqui, postagem anterior), mas paga muito imposto)
2. Função da produção em escola e prisão
3. Como a imprensa norte-americana se comportou na crise
4. O que mudou para geração Google
5. Faça uma apresentação como Jobs

Recessão

janeiro 16, 2008

Esta é uma maneira interessante de verificar a possibilidade de uma recessão no futuro. Conta-se o número de vezes que a imprensa (New York Times e Washington Post) usou a palavra “recessão” nos textos. Pelo gráfico, publicado na The Economist, autora do índice, teremos uma recessão nos próximos meses.

Liberdade de Imprensa

outubro 17, 2007

O Brasil perdeu classificação no ranking dos Reporteres sem Fronteira (). A colocação do Brasil (84o.), atrás do Senegal, Congo, Qatar, Quênia, Armênia, Haiti, Mongólia e outros países.

Ética na Enron

outubro 14, 2007

Lynn Brewer trabalhava na Enron e foi “escolhida” pela imprensa para representar o lado bom da empresa, de pessoas que tiveram ética em denunciar o que estava ocorrendo.

Com base na sua experiência, Brewer escreveu um livro contando sua experiência e fundou a The Integrity Institute, Inc. Agora, o USA Today revê a história de Brewer para concluir que esta executiva talvez não tenha agido com a ética anunciada. Clique aqui para ler.

Censura ou norma?

outubro 11, 2007

Presidente da CVM defende normas para jornalistas
Folha de São Paulo – 11/10/2007
JANAINA LAGE

A presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Maria Helena Santana, 48, afirmou ontem que ficou “frustrada” com a reação da imprensa à instrução que propõe normas de conduta para empresas jornalísticas. A norma estará em consulta pública até o dia 17 deste mês.

Depois de receber os comentários e propostas, a autarquia definirá o formato da norma, que trata da regulamentação de analistas, mas traz um artigo sobre o jornalismo financeiro.

“Fico um pouco frustrada porque é uma reação que não reconheceu o propósito da nossa proposta. Nós propusemos um tratamento favorecido para a atividade de fazer recomendações de valores mobiliários específicos por meio de um veículo de comunicação. É pena que isso não tenha sido visto assim”, disse.

A proposta causou polêmica e foi classificada como uma espécie de censura por entidades de classe.

A ANJ (Associação Nacional de Jornais) criticou a pretensão da CVM por meio de nota, assinada pelo vice-presidente Júlio César Mesquita, responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão.

“Nenhuma instância, governamental ou não, pode se colocar acima do preceito constitucional que protege a liberdade de expressão e garante o livre exercício da profissão de jornalista. Na minuta de alteração da Instrução da CVM, está aberta a possibilidade de enquadramento dos jornalistas, no exercício de sua profissão, na legislação de crimes contra o mercado de capitais. Tal perspectiva é inadmissível, diante do disposto no parágrafo primeiro do artigo 220 da Constituição: “Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social'”, afirma a entidade.

“Nível de conforto”

Durante a palestra concedida a empresários e organizada pela Câmara de Comércio França-Brasil e pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, Santana afirmou que o objetivo da norma da CVM era dar um “nível de conforto” para quem recebe a informação sobre eventuais questões de conflito de interesse.

“A proposta é criar um tratamento especial para que essa atividade possa ser exercida por meio de veículos de comunicação sem a necessidade de registro do profissional na CVM, mas sujeito a regras de conduta que possam ser estabelecidas pela auto-regulação, pelo veículo em que o jornalista está empregado ou pela própria entidade de classe”, disse a presidente da comissão.

Na avaliação de Santana, a auto-regulação é uma maneira de incentivar a expansão do setor em um momento de “crescimento exponencial” do mercado de capitais no país. Segundo ela, a discussão sobre fundamentos de negócios e as recomendações de investimento são importantes e contribuem para a tomada de decisão do investidor.

Os requisitos listados na norma tratam da distinção entre informação factual e interpretações, estimativas e opiniões; do caráter fidedigno das fontes de informação; de restrições criadas pelas empresas para compra e venda de ações pelos analistas e da demonstração pelos profissionais do caráter “razoável” das recomendações.

“Nosso propósito não é tratar da reportagem. A reportagem que cita analistas ou mesmo uma fonte em off, mas que esteja trazendo notícia, não está submetida a essa regra. Nem era nossa intenção que estivesse”, afirmou.

A nova imprensa

setembro 13, 2007

A internet está mudando também a nossa relação com as notícias, comenta Aline Van Duyn, no Financial Times (Web users diverge from traditional news agenda, 12/09/2007,
London Ed1, Page 14).

Van Duyn cita uma pesquisa comparou a cobertura de notícias na semana de 24 de junho a 29 de junho de 2007 das “mainstream news” com a dos usuários dos sítios Digg, Del.icio.us e Reddit, onde não existe editores e os usuários decidem o que é mais importante e interessante. A coincidência é reduzida.

Naquele período, a notícia mais divulgada na “imprensa tradicional” era sobre um debate no congresso norte-americano sobre imigração (cerca de 10% do total). Mas nos sítios sem editores esta questão apareceu de forma discreta.

Mesma Capa

setembro 6, 2007


Uma notícia do Blue Bus

Istoé Dinheiro saiu com a capa da Business Week de julho, vc acredita? A revista americana ilustrou sua capa com a imagem da morte em julho, enquanto a brasileira Dinheiro saiu esta semana fotos abaixo. Observado num post no Granulado q comenta – “O curioso é que a revista da Editora Três mantem acordo com a Fortune, concorrente da BusinessWeek”.

Conflito de interesses

agosto 29, 2007

Uma notícia interessante do Bluebus mostra a existência de um conflito de interesses entre jornalista da Globo e Bernandinho:

E a ONG de jornalista da Globo recebeu doaçoes da ONG de Bernardinho

Chefe de redaçao dos programas esportivos da Globo, Joao Pedro Paes Leme mantem projeto social que recebeu em 2005 e 2006 cerca de R$ 30 mil por ano da ONG Instituto Compartilhar, de Bernardinho. É o que diz hoje na Folha o colunista Daniel Castro, referindo a prestaçao de contas que o projeto do tecnico publica na internet. A coluna aponta conflito de interesses – “Bernardinho é seu objeto de trabalho”, diz sobre Paes Leme. Segundo Daniel, o vinculo entre os projetos do jornalista e do tecnico chama atençao por conta de reportagem exibida no Globo Esporte no ultimo dia 15. Teria sido contraria ao jogador Ricardinho, cortado da seleçao por Bernardinho as vesperas do Pan, e positiva para o tecnico. A Globo declarou a coluna que Paes Leme tem a “confiança irrestrita” da emissora e que as ONGs envolvidas sao independentes. E segundo a TV, o jornalista nao se manifestaria antes da publicaçao da nota na Folha. 27/08 Blue Bus

As grandes capas

agosto 24, 2007

Uma seleção de grandes capas de revistas. Em primeiro lugar, uma capa famosa de Lennon e esposa para Rolling Stone de 1981:

Em segundo, Demi Moore:

Mais capas? Clique aqui