Archive for the ‘mulher’ Category

Mulheres na contabilidade

março 5, 2008

Um leitor gentilmente indicou o endereço http://www.mulhercontabilista.com.br para pesquisa sobre o assunto (clique aqui). Grato.

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Quem é melhor investidor: Homem ou Mulher?

fevereiro 8, 2008

Pesquisas mostraram que existem diferenças entre a forma como o homem e a mulher investem. A mulher é mais conservadora e concentra seus investimentos em títulos. Os homens são superconfiantes e assumem mais riscos. Em termos de racionalidade, a mulher tem um melhor resultado. O homem tende a fazer mais aplicações e resgates.

Clique aqui, aqui e aqui

Beleza Russa

fevereiro 6, 2008

A revista Slate pergunta: de onde vieram estas belezas russas? No comunismo, a URSS não era conhecida como um local de mulheres bonitas. Hoje, as russas são consideradas uma das mulheres mais lindas do mundo (Sharapova, lembre-se, é russa). Aqui , uma provável explicação para esta incoerência: no comunismo, a beleza feminina não tinha “mercado” (revista, por exemplo).

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janeiro 21, 2008

A possibilidade de divórcio, que passou a existir na sociedade nos últimos anos, trouxe algumas conseqüências interessantes para a mulher. A segurança jurídica do divórcio corresponde, para a mulher, a uma opção para aquelas situações onde o casamento não está mais funcionando. Acredita-se que com isto tenha reduzido a violência doméstica, o suicídio feminino e a morte por parceiros, entre outros benefícios.

Os homens são mais baratos

dezembro 17, 2007

‘O noivo trouxe o talão de cheques?’
Por Robert Frank – 16/12/2007
The Wall Street Journal

Num episódio de “Dirty Sexy Money”, um seriado da rede de TV americana ABC sobre os podres de rico, a herdeira Karen Darling se casa pela quarta vez, com um astro do golfe. Minutos depois da cerimônia, ela decide que quer o divórcio, deixando o jogador em dúvida sobre a garantia de US$ 3 milhões estabelecida no acordo pré-nupcial.

“Eu ainda levo o cheque, certo?”, pergunta ele.

“Claro”, diz Darling, com escárnio. “Eu me comprometi.”

Casar por dinheiro não é só material para roteiros de TV. E o preço de um casamento de interesse está na casa dos milhões de dólares, segundo uma nova pesquisa.

Claro que os famosos dominam os holofotes, sejam eles Kevin Federline, o dançarino que virou milionário ao separar-se de Britney Spears, ou Heather Mills, a segunda mulher de Paul McCartney, que deverá receber dezenas de milhões de dólares quando o tumultuado divórcio dos dois for completado, segundo a imprensa britânica.

Mas também longe das luzes o amor pode ser medido em dólares. Segundo uma pesquisa da Prince & Associates, uma firma especializada em riqueza, o “preço” médio exigido por homens e mulheres americanos para casar por dinheiro hoje em dia é US$ 1,5 milhão.

A pesquisa consultou 1.134 pessoas nos Estados Unidos com rendas que variam entre US$ 30.000 e US$ 60.000 por ano (a faixa de renda média no país). A pergunta: “Qual seria sua disposição de casar com alguém de aparência média de que você gosta, se ela tivesse dinheiro?”

Dois terços das mulheres e metade dos homens responderam que estariam “muito” ou “extremamente” dispostos a casar por dinheiro. As respostas variaram com a idade: as mulheres na casa dos 30 foram as mais propensas a responder que casariam por dinheiro (74%), enquanto as entre 20 e 30 foram as menos dispostas (41%).

“Eu fiquei um pouco chocada com os números”, diz Pamela Smock, socióloga da Universidade de Michigan que estudou a correlação entre casamento e dinheiro. Mesmo assim, Smock descobriu em sua própria pesquisa que ter dinheiro realmente incentiva as pessoas a se casarem. “A união do casal é mais provável se eles tiverem dinheiro, ou se o homem é economicamente estável”, diz ela.

No estudo da Prince & Associates, 61% dos homens quarentões disseram que casariam por dinheiro.

Quando perguntadas quanto dinheiro um potencial consorte tem de ter num casamento de interesse, as mulheres na faixa dos 20 anos responderam US$ 2,5 milhões; as de 30, US$ 1,1 milhão; e as de 40, US$ 2,2 milhões. Smock e Russ Alan Prince, fundador da Prince & Associates, atribuem a diferença à suposição de que as balzaquianas sentem-se mais pressionadas a casar do que as mulheres mais jovens, então baixam o preço. Mas aos 40, as mulheres sentem-se mais autoconfiantes, então pedem mais dinheiro.

Os homens são mais baratos. Na pesquisa, o preço médio que pediram foi de US$ 1,2 milhão, com os de 20 pedindo US$ 1 milhão e os de 40 , US$ 1,4 milhão.

É claro que quando o golpe do baú desaponta, há o divórcio. Entre as mulheres de 20 anos que disseram que casariam por dinheiro, 71% disseram que esperariam o divórcio — a porcentagem mais alta em qualquer faixa etária. Apenas 27% dos homens de 40 anos esperam o divórcio.

Links

dezembro 15, 2007

1. O Greenpeace faz campanha contra a Exxon
2. Obesidade da criança pode ser explicada pelo trabalho da mulher. Eis um caso de externalidade
3. Freakonomics está sendo adaptado como um documentário

Links

dezembro 6, 2007

1. As escolas que aprovam em Harvard Princeton, MIT, Williams, Pomona, Swarthmore, the University of Chicago and Johns Hopkins
2. O casamento deve ser um contrato livre, sem a participação do Estado
3. Preferências econômicas são hereditárias
4. Homens são mais otimistas sobre o desempenho futuro de indicadores financeiros e econômicos. E a diferença é significativa.

Fila do Café

novembro 16, 2007

Anteriormente este blog postou sobre uma pesquisa na fila do café (aqui) e fatos que indicariam existir discriminação. Aqui uma resposta de um dos autores sobre a crítica ao estudo, incluindo o tamanho da amostra, a importância da diferença encontrada, entre outros aspectos. Aqui, mais comentários

Mulheres e Desempenho

novembro 7, 2007

Empresas com elevadas percentagens de mulheres com o cargo de diretores superam significativamente as empresas com pouca ou nenhuma mulher nesta função (…)

constatou que as maiores empresas (Fortune 500) com o maior participação de mulheres com o cargo de diretores superaram aqueles com o mais baixo em cerca de 53%, em média de retorno sobre o capital próprio. (…)

Fonte: Aqui

Obesidade e gênero

novembro 1, 2007

“Finalmente (e mais especulativamente), a percepção da mulher de um “ideal” corpo feminino é maior do que a percepção do homem de um corpo “ideal”, e indivíduos com uma imagem maior de corpo ideal são mais propensos a serem obesos”

De uma pesquisa sobre obesidade na África do Sul – Aqui