Archive for the ‘ratings’ Category

Agências de Rating: conflito de interesse?

setembro 3, 2007

Já o periódico ABC informa que a Comunidade Européia está investigando se as agências de ratings tiveram culpa na crise (Bruselas investiga a fondo si las agencias de calificación cayeron en conflicto de interés, 03/09/2007, por David León)

La investigación abierta a las agencias de calificación de riesgo «rating» por parte de la Comisión Europea (CE) a través de la Organización Internacional de Comisiones de Valores (IOSCO) por no detectar la crisis de las hipotecas basura «subprime» norteamericanas, está centrada en analizar si estas agencias vulneraron los principios de independencia, objetividad y conflicto de interés, a los que voluntariamente están adscritas en su «Código de Conducta».

(…) Ahora no es validar con una firma toda la contabilidad de una empresa, pero son muchos los expertos consultados que creen que si estas agencias encargadas de «poner notas» hubieran alertado del cambio de expectativas de riesgo en fondos e inversiones ligados a las hipotecas «basura», la actual crisis podría haberse limitado.

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Crise imobiliária e reputação das agências de rating

setembro 3, 2007

Acredita-se que o Brasil deverá receber nos próximos meses o grau de investimento por parte das agências de rating.

O problema é que as agências estão sendo questionadas pelo comportamento no caso da crise imobiliária dos EUA. Uma reportagem do Estado de S. Paulo de 02/09/2007 tenta fazer este vínculo (Crise imobiliária dos EUA faz estragos nas agências de rating, Patrícia Campos Mello, p. B10)

“A reputação das agências foi bastante prejudicada; só vamos saber a extensão do dano quando a crise acabar”, disse ao Estado Lawrence J. White, professor de Economia da Universidade de Nova York, que vê semelhanças com a situação de empresas de auditoria como a Arthur Andersen durante os escândalos contábeis. As ações da Moody’s, negociadas a mais de US$ 70 há três meses, estão hoje na faixa dos US$ 45.

(…) Segundo ele, é um problema inerente à função das agências, que tentam apresentar um panorama de longo prazo, e não flutuações diárias na saúde financeira. O segundo problema, segundo White, é que essas empresas têm consciência da importância de seus ratings – os mercados respondem vigorosamente a uma promoção ou rebaixamento de nota. Um grau de investimento funciona como um selo de qualidade que economiza milhões em juros de empréstimos. Já um rebaixamento pode custar milhões a uma empresa ou mesmo excluí-la de alguns negócios – certos fundos são proibidos, em seus estatutos , de comprar títulos de empresas ou países que não tenham atingido o grau de investimento.

Rating mais difícil

dezembro 12, 2006


SEgundo reportagem do New York Times (através do Calculated Risk) as agêncis de rating estão mais rigorosas com as empresas:

=> Das empresas que receberam seu primeiro rating, somente 10% apresentaram o “investment grade”
=> A mediana das empresas não financeiras dos EUA é agora BB, abaixo da mediana de uma década atrás, de BBB.

Rating

novembro 28, 2006


Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, a principal razão para mudança no rating de uma empresa é a melhoria do risco país.