Archive for the ‘responsabilidade social’ Category

Empresa e Filantropia

março 6, 2008


Uma empresa deve fazer filantropia? Na visão de Friedman, a única responsabilidade social da empresa é aumentar os lucros. Seria justo uma empresa usar seus recursos para fazer caridade? Na visão de Henderson e Malani, em Capitalism 2.0, na revista Forbes (aqui) uma empresa não existe somente para maximizar os resultados.

That this is an imperfect description of the real world can be found in the popularity of socially responsible investment funds, which avoid companies that, for example, invest in Sudan or produce tobacco. In 2005 these funds had $2.3 trillion in assets, 10% of all U.S. assets under management. These funds average a return 35 basis points less than comparable nonfiltered funds, meaning that investors put a value of at least $84 billion per year on steering capital to firms that do good. Companies are responding. More than half of the largest 500 companies in the U.S. publish social responsibility reports for investors.

Customers are also demanding products that show a commitment to the public welfare.

Aqui, mais discussão sobre o assunto.

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As empresas e a responsabilidade social

fevereiro 22, 2008

Aqui o texto apresentando os vencedores. Aqui as vencedoras (Intel em primeiro lugar e Nike em terceiro!). A metodologia está aqui.

Responsabilidade Social

janeiro 18, 2008

A The Economist traz uma série de análises sobre a responsabilidade social corporativa (CSR). Em “A stich-in-time” a revista afirma que a CSR representa uma gestão de risco, que envolve limitar o risco de um notícia ruim ou um boicote afetar a marca (e consequentemente o valor) da empresa. Esta questão é tão relevante hoje que existe uma indústria de CSR.

Um problema é que não existe uma receita de bolo. Cada setor possui especificidades.
O gráfico a seguir mostra que a CSR visa essencialmente a reputação (mais da metade das respostas)

As empresas têm descoberto que a CSR é um caminho árduo.

Em “Just good business” aparece a seguinte figura onde se mostra o grau de prioridade da responsabilidade. Há três anos, a CSR era algo moderado. Nos dias de hoje (segunda barra) a prioridade da CSR está entre alta e moderada.

Finalmente, nos próximos três anos a CSR deve oscilar entre muito alta e alta.

Isto não significa, Segundo a The Economist, que a CSR tornou-se subitamente uma grande idéia. Mas a prática hoje nas grandes empresas recomenda não ignorar este conceito. A internet, que multiplica rapidamente uma má notícia, tem sido um complicador.
Isto é bom para as consultorias. E para os consultores. E para os grande autores. Em dezembro de 2006 a Harvard Business Review publicou um artigo de Michael Porter e Mark Kramer sobre o assunto.

No texto “Do it right” analisa-se a relação entre economia e CSR. Particularmente achei este texto um pouco confuso, ao contrário dos textos desta revista.

Outro texto possui o título de “Going Global” Segundo a revista, o que dá certo na Europa pode não ser apropriado para Índia. Estas diferenças podem ser notadas na figura a seguir.

No Brasil o aspecto mais relevante é o meio-ambiente e produtos seguros. Já benefícios para saúde, prioritários para os norte-americanos e alemães, estão em 8º. No nosso país.
O texto cita expressamente o Ethos:

Among the BRICs, Russian companies seem the least interested in the idea of corporate citizenship, but Brazil has a lively CSR scene. Some 1,300 companies are members of Instituto Ethos, a network of businesses committed to social responsibility. “We are developing a unique process in Brazil,” says Ethos’s founder, Oded Grajew. Ethos tries to influence public policy and corporate behaviour “to establish a socially responsible market”. A few Brazilian firms—such as Natura, a cosmetics company, and Aracruz, a pulp and paper producer—are widely known for their CSR efforts.

Já o texto “The next question” destaca que pesquisa da The Economist mostrou que somente 4% consideram CSR uma perda de tempo e dinheiro. Ou seja, CSR é uma realidade.

As outras respostas estão na figura a seguir.

Ou seja, CSR é um custo necessário para fazer negócios. Entretanto, uma comparação entre os preços das ações de empresas que buscam a CSR e outras empresas não é muito animadora, conforme pode ser visto na figura.

Dois dos mais conhecidos indices – Dow Jones Sustainability e o FTSE4Good—possuem um desempenho abaixo do Mercado. Isto significa que sustentabilidade não possui relação com desempenho financeiro.

A new, exhaustive academic review of 167 studies over the past 35 years concludes that there is in fact a positive link between companies’ social and financial performance—but only a weak one. Firms are not richly rewarded for CSR, it seems, but nor does it typically destroy shareholder value. Might cleverer approaches to CSR in future produce better returns?
“There is no evidence that ESG [environmental, social and corporate governance] or SRI investing on their own add value,” say analysts at Goldman Sachs. But they reckon that by incorporating an ESG perspective into their long-term industry analysis they can beat the market. Their model, called GS SUSTAIN, includes ESG analysis as “a good overall proxy for the management of companies relative to their peers”, hence indicative of their chances of long-term success. But these factors need to be put into the context of companies’ financial performance and the circumstances of individual industries. A company’s attention to environmental, social and corporate-governance issues is only one factor among others in determining its long-term success.

O texto “The good consumer” lembra uma pesquisa por Michael Hiscox e Nicholas Smyth com produtos com o logotipo de fabricação sob condições humanitárias. O resultado mostrou que não somente as vendas aumentaram, como aumentaram cada vez que o preço aumentou.

Para o varejista britânico M&S, os seus clientes estão divididos em quarto grupos. Dez por cento são apaixonados pelo verde e farão compras conforme esta paixão (vide figura) Ou seja, é uma oportunidade de negócios. Mas, lembra a revista, é um trabalho difícil.
Já o texto “A Change in Climate” destaca a questão da emissão de carbono e outros poluentes. Os exemplos estão centrados nas empresas e seus esforços ambientais.
Finalmente aqui uma breve resumo de algumas questões.

Rir é o melhor Remédio

novembro 15, 2007


Fonte: Aqui

Ética e responsabilidade social

setembro 4, 2007

A discussão sobre ética e responsabilidade social é difícil pois esbarra no juízo de valor. A reportagem a seguir mostra um pouco disto:

Código de ética e responsabilidade social
Gazeta Mercantil – 04/09/2007

(…) As empresas brasileiras estão mais preocupadas em estabelecer códigos de ética para disciplinar suas relações com os stakeholders (as partes interessadas). É o que mostra a 1 Pesquisa sobre Código de Ética no Brasil, realizada pelo Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios, que usou com base de dados as 500 maiores empresas em atuação no País, em 2006. Do universo pesquisado, 112 empresas afirmaram ter código de ética. Apesar de ser um resultado positivo, a pesquisa contém revelações sem dúvida inquietantes sobre a qualidade das práticas de responsabilidade social adotadas.

Das 500 empresas pesquisadas, 63,4% afirmaram adotar práticas de responsabilidade social. No entanto, apenas 22,4% disseram ter código de ética e 24,4% disseram ter balanço social. Adotar ações de responsabilidade social sem código de ética é uma inversão de valores. A distância entre as práticas (código de ética, responsabilidade social e balanço social), mostrada pela pesquisa, abre espaço para um questionamento sobre o que é verdade e o que é mero marketing entre as práticas alardeadas na mídia pelas empresas.

Uma visão unicamente “marketeira” nessa seara precisa ser revista ou vai acabar saindo caro. A imagem da empresa que não entrega o que promete ficará no mínimo chamuscada no mercado financeiro e no consumidor. Os investidores certamente vão pagar menos pelas suas ações. Num mercado tão competitivo quanto o atual – em que os produtos viraram commodities, aumentando o valor da marca – no mercado consumidor cuidar da imagem não é mera vaidade. (…)

(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados – Pág. 4)(Lucia Rebouças)

Ibase torna-se mais restritivo

agosto 13, 2007

Conforme publicado anteriormente neste blog (aqui e aqui), o Ibase aumentou o rigor no seu selo Ibase. Agora, notícia da Gazeta Mercantil informa que o número de empresas diminuiu mais ainda. O maior rigor valoriza a empresa que obteve a distinção do Ibase.


Governança Corporativa
Despenca número de empresas com selo Ibase
Gazeta Mercantil – 13/08/2007

São Paulo, 13 de Agosto de 2007 – O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) divulgou na sexta-feira que apenas 17 companhias brasileiras foram aprovadas para usar o selo da entidade aprovando a qualidade do Balanço Social do exercício de 2006. Dentre elas, apenas quatro – Cosern, Coelce, Cedro e Cachoeira e Petrobras – são listadas na Bovespa, sendo que apenas a última faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), indicador que lista companhias com níveis superiores de boas práticas socioambientais.

As demais – Antonio Ruette AgroIndustrial, Cocam, Copag, Dori, Icec, Masa, Nardini, Refrigerantes Marajá, Saint-Gobain Canalização, Sanasa, Usina Alvorada, Usina São Domingos e Vale do Avaí – são empresas menos conhecidas.

Numa primeira etapa, apenas treze atenderam plenamente à nova exigência. Outras quatro, incluindo a Petrobras, refizeram seus balan-ços, acrescentando as informações requeridas e também tiveram o selo.

Mais exigente

De acordo com o coordenador do projeto Balanço Social e Responsabilidade Social Corporativa do Ibase, Ciro Torres, a queda deve-se principalmente à exigência de que as empresas garantam de 2% a 5% de seus cargos para pessoas portadoras de deficiência física. Das 60 empresas que requisitaram o Selo este ano, 22 foram desclassificadas logo no início porque não atendiam esse critério.

Segundo ele, a queda no número de aprovadas já era esperada. “Quisemos dar uma chacoalhada nas empresas”, diz.

Segundo ele, com o aumento do rigor, o Ibase sinaliza às companhias que elas devem usar o balanço social como estratégia de gestão e não apenas para conseguir um reconhecimento público. “Decidimos dizer não a relatórios que não mostram evolução das empresas em aspectos sociais”.

Criado há dez anos, o selo Ibase é hoje usado por cerca de 400 companhias como referência para a confecção do relatório de suas atividades socioambientais. Até o ano passado, pouco mais de 10% delas conseguiam o selo. Agora, este percentual caiu abaixo de 5%. Ainda assim, o número de inscritas para obter a certificação vem crescendo. No ano passado, foram 54. Em 2007, foram 60 candidatas.

(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados – Pág. 4)(Aluísio Alves)

O perigo de terceirização: redução do custo e responsabilidade social

agosto 3, 2007

Chumbo em brinquedo chinês ainda preocupa
Jane Spencer e Nicholas Casey
The Wall Street Journal – 03/08/2007

Uma série de recalls nos Estados Unidos de brinquedos fabricados na China, contaminados por tinta com chumbo, está suscitando uma nova questão: por que o chumbo, uma potente neurotoxina, ainda é um ingrediente comum nas tintas vendidas na China?

Na quarta-feira, a divisão Fisher-Price da Mattel Inc. anunciou que faria o recall de 967 mil brinquedos fabricados por uma empresa terceirizada na China que podem conter níveis perigosos de tinta com chumbo. Isso depois de uma série de outros recalls de brinquedos produzidos na China. O país produz aproximadamente 75% dos brinquedos do mundo.

Os recalls ilustram um grande problema de saúde pública na China: o chumbo ainda é um aditivo comum na tinta vendida no país. O chumbo causa dano cerebral e outros problemas neurológicos, especialmente em crianças.

O chumbo é tecnicamente ilegal na maioria das tintas chinesas há mais de dez anos. Mas as regras são raramente impostas, e os fabricantes chineses têm relutado em parar de usá-lo porque é um aditivo barato que serve para múltiplas funções. Adicionar chumbo à tinta pode reduzir os custos de manutenção porque ela ajuda a tinta a secar mais rápido, acelerando a produção. Pode também tornar a tinta mais resistente à corrosão, estabilizar sua solução e ajudar a dar-lhe uma aparência mais nova.

Lei Ming, um comerciante de tinta de Shatou, na província de Cantão, diz que as maiores fabricantes de tintas estatais têm em geral ciência do problema do chumbo e produzem tintas seguras. Mas centenas de empresas menores podem não estar tão preocupadas. “O mercado é assim há muito tempo. Ninguém liga”, diz.

Responsabilidade Social da Wal-Mart

agosto 2, 2007

Muitas pessoas detestam a Wal-Mart. Agora mais um motivo. Uma reportagem da Newsweek (clique aqui para ler ) diz que a maior empregadora da iniciativa privada do Mexido, com 150 mil empregos, vem usando cerca de 19 mil jovens, entre 14 e 16 anos, para trabalhar de graça como empacotadores sem receber nada pelo serviço. Na sua rede chamada Superama existe um cartaz onde informa que os empacotadores são voluntários, onde a única recompensa são as gorjetas dos clientes.
A empresa se defende dizendo que isto é uma prática cultural no México.
Clique aqui para ler mais

Empresas mais éticas do mundo: Natura

junho 25, 2007

A Ethisphere Magazine, que considera que comportamento ético e negócio lucrativo não são mutuamente excludentes, fez um ranking das empresas mundiais mais éticas. O resultado mostra uma grande maioria de empresas norte-americanas.

Para se chegar ao resultado a revista levou em consideração 9 quesitos para 30 diferentes categorias, incluindo transparência, reputação, liderança e inovação. Além de compromisso com responsabilidade social.

Algumas surpresas como a presença da McDonald´s e da Google e a ausência da Dell e Newmont Mining, segundo o Blog Blogging Stocks

A Natura recebeu (clique aqui para ver figura) recebeu a distinção na área de produtos para o consumidor.

Nike e responsabilidade social

junho 1, 2007

Tentando reverter a imagem negativa, a Nike anuncia seu relatório de responsabilidade social:

A Nike estabelece alvos empresariais para atingir metas ambiciosas de responsabilidade corporativa; A empresa integra mais profundamente a responsabilidade corporativa no crescimento de longo prazo e em estratégias empresariais de inovação
PR Newswire em português

BEAVERTON, Oregon, 31 de maio /PRNewswire-FirstCall/ — Com a divulgação hoje de seu Relatório de Responsabilidade Corporativa dos anos fiscais 2005 e 2006, a NIKE, Inc. anuncia uma série de alvos empresariais para 2011 que integram mais profundamente metas de responsabilidade corporativa no crescimento de longo prazo da empresa e nas estratégias empresariais de inovação. As metas estabelecem pontos de referência para melhorar as condições de trabalho nas fábricas contratadas, criar uma empresa de clima neutro, impulsionar projetos de produtos e inovações sustentáveis, e desencadear potencialidades oferecendo à juventude maior acesso aos benefícios do esporte.

“Consideramos a responsabilidade corporativa um catalisador de crescimento e de inovação”, disse Mark Parker, Presidente e CEO da Nike, Inc. “Ela é parte integrante de como podemos usar a força de nossa marca, a energia e a paixão do nosso pessoal, e a dimensão de nosso negócio para criar mudanças significativas.”

As metas empresariais de responsabilidade corporativa estabelecidas pela Nike incluem:

— Melhorar as condições de trabalho eliminando até 2011 horas extras excessivas nas fábricas contratadas da marca Nike. Horas extras excessivas constituem um dos problemas de conformidade trabalhista mais sérios que a empresa e a indústria enfrentam. A prioridade da Nike continua sendo a melhoria das condições para os quase 80.000 trabalhadores das fábricas contratadas que fabricam os produtos da empresa.

— Implantar até 2011 um clima neutro em todos os ambientes de fábricas, varejo e viagem de negócios relacionados com a marca Nike. Nos últimos dois anos, a Nike ultrapassou as metas de redução de emissões de CO2 através do programa Climate Savers do World Wildlife Fund. A empresa também eliminou gases fluorinados (gases F) em todos os produtos da marca Nike, após 14 anos de pesquisa e desenvolvimento do sistema de amortecimento Nike Air da empresa.

— Projetar todos os calçados da marca Nike (mais de 225 milhões de pares por ano) para satisfazer até 2011 as metas básicas de redução de resíduos no projeto e embalagem de produtos, na eliminação de compostos orgânicos voláteis e no uso crescente de materiais ambientalmente preferíveis. Todo o vestuário da marca Nike está programado para satisfazer os padrões básicos até 2015, e o equipamento até 2020. A Nike está projetando soluções de inovação sustentável em seus produtos que, segundo a previsão da empresa, irão criar benefícios em toda a sua cadeia de suprimento e possibilitar a realização de seus objetivos.

— Investir em iniciativas baseadas na comunidade que usam a força do esporte para desencadear potencialidades e melhorar a vida dos jovens. Nos últimos dois anos, a Nike investiu US$100 milhões em iniciativas esportivas baseadas na comunidade. A empresa está planejando um investimento mínimo de US$315 milhões até 2011.

Além de definir metas empresariais, a Nike continua o seu compromisso de transparência na cadeia de suprimentos, atualizando informações públicas sobre as mais de 700 fábricas contratadas em todo o mundo que fabricam produtos Nike. Em 2005, a Nike foi a primeira empresa do setor a divulgar sua base fabril para encorajar a transparência e a colaboração na indústria. Pela primeira vez, a Nike também colocou no site http://www.nikeresponsibility.com/ [http://www.nikeresponsibility.com/] as ferramentas de auditoria das fábricas contratadas pela empresa. As ferramentas ajudam a fornecer melhor transparência e discernimento sobre como a empresa avalia e monitora suas fábricas contratadas quanto à conformidade com os padrões da Nike.

O relatório de responsabilidade corporativa da Nike, disponível em rede no site http://www.nikeresponsibility.com/ [http://www.nikeresponsibility.com/], apresenta maiores detalhes sobre essas e outras metas empresariais. O relatório apresenta também uma revisão abrangente dos esforços de responsabilidade corporativa da empresa nos anos fiscais de 2005 e 2006, bem como estratégias para o futuro. Este é o terceiro relatório público de responsabilidade corporativa da empresa. O período do relatório do AF05-06 abrange uma época crítica, durante a qual a Nike experimentou uma evolução significativa sobre como a empresa formula, define e aborda a responsabilidade corporativa.

Para mais informações, visite o site http://www.nikeresponsibility.com/ [http://www.nikeresponsibility.com/].

A NIKE, Inc., sediada perto de Beaverton, Oregon, é líder mundial em projeto, comercialização e distribuição de calçados, vestuário, equipamentos e acessórios desportivos para uma grande variedade de esportes e atividades físicas. As subsidiárias integrais da Nike incluem a Converse Inc., que projeta, comercializa e distribui calçados, vestuário e acessórios atléticos; a NIKE Bauer Hockey Inc., uma empresa líder em projeto e distribuição de equipamentos de hóquei; a Cole Haan, uma empresa líder em projeto e comercialização de sapatos, bolsas, acessórios e casacos de luxo; a Hurley International LLC, que projeta, comercializa e distribui calçados, vestuário e acessórios para esportes de ação e estilos de vida jovens; e a Exeter Brands Group LLC, que projeta e comercializa calçados e vestuário atléticos para o canal de varejo em geral.