Archive for the ‘restaurantes’ Category

Música alta nos Restaurantes

outubro 10, 2007

A questão da música alta em restaurantes, assim como a cadeira um pouco desconfortável, o ar condicionado frio, o garçom que desaparece depois que você come, está vinculado a rentabilidade do negócio.

“Um restaurante tem dois produtos juntos e você paga o preçõ de um. Você paga pela comida e eles fornecem um local para você sentar e comer. O restaurante faz muito dinheiro pelo giro. Se o objetivo fosse fazer você sentir confortável, você não iria embora. Os assentos são desconfortáveis e a música alta para você ir embora e outra pessoa sentar e pedir comida.” (com adaptações, Fonte aqui)

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Restaurantes e métricas

agosto 31, 2007

Uma reportagem interessante da revista Forbes mostra as três métricas mais relevantes para um restaurante. Apesar do lucro contábil ser interessante, a reportagem recomenda o fluxo de caixa. A segunda medida é a percentagem de clientes que retornam. Segundo dados da National Restaurant Association, 3/4 das vendas de restaurantes são de clientes antigos. Finalmente, a terceira medida é a rotação dos funcionários. Em média seria de20% para pessoal administrativo e 150% para horistas.

Links

julho 6, 2007

1. Mensuração de marca na Espanha

2. Pequena história de Mental Accounting

3. Viés da unidade

4. Gorjeta

Links

julho 3, 2007

1. Vínculo entre mobilidade social e limites da educação

2. A educação pode ter um importante papel como sinalizador. Um homem (mas não mulher) que possui graduação em artes recebe menos que se ele não fosse para a Universidade. Qual a razão disto? Talvez pelo fato de que um homem formado em artes seja visto como um “bon-vivant”. O retorno de algumas graduações é zero no setor público.

3. Segundo a AT&T, homem usa, em média, mais o celular do que a mulher

4. A divisão de uma conta no restaurante

Fraudes em restaurantes de Portugal

janeiro 4, 2007


O Jornal de Notícias de ontem informa a descoberta de contabilidade paralela em restaurantes portugueses. A estimativa era de 400 estabelecimentos que usavam um programa para burlar o fisco português. A seguir trechos da notícia:

Descoberta contabilidade paralela em 400 restaurantes
Jornal de Notícias

A Polícia Judiciária e a Inspecção Tributária detectaram 400 restaurantes que usavam um programa informático de contabilidade paralela, alegadamente criado por duas empresas da Póvoa de Varzim, para omitir a facturação real e assim fugir ao IVA e ao IRC.

Os montantes globais deverão ultrapassar, revelou à Agência Lusa fonte próxima do processo, 50 milhões de euros em vendas não declaradas. Em certos casos foram omitidas vendas superiores a dois milhões de euros. “Alguns dos visados estão já a proceder à liquidação ao fisco das verbas em dívida”, esclareceu.

O programa informático, criado pela empresa NortRest e comercializado pela WinRest, permitiria que os restaurantes subtraíssem automaticamente à facturação entre 10 e 70% dos valores. “Os clientes pediam a percentagem de fuga e o programa era, alegadamente, executado à medida”, especificou a fonte.

(…)As autoridades vão, agora, determinar se nas listagens de compradores do programa informático estão empresários de outros sectores, nomeadamente de pronto-a-vestir e calçado. (…)

A notícia da Agência Lusa informa que

Segundo a fonte, os restaurantes adquirem programas de contabilidade a várias empresas do ramo, entre as quais a Winrest, da Póvoa de Varzim, e descarregam, em seguida, um programa complementar da Internet, instalando-o para poderem furtar-se, de forma automática, ao pagamento de impostos.

Restaurantes brasileiros

novembro 6, 2006

Reportagem do Estado de S. Paulo de ontem mostra o bom desempenho das redes de fast-food nacionais. A soma do faturamento do Giraffas, Spoleto, Habib´s e Bob´s atingem a R$1,5 bilhão. Algumas destas redes tem como concorrentes diretos empresa multinacionais. Um ponto comum é a capacidade de adaptação das empresas para o gosto do brasileiro.

Entretanto, salta aos olhos a dificuldade de fazer uma análise maior das próprias empresas. O faturamento é estimado, não existem dados de lucro e investimento e não se percebe uma vontade de colocar para o público as demonstrações contábeis.

A proposta de lei societária exige a divulgação das demonstrações das grandes empresas. Está parada no Congresso e provavelmente não será votada tão cedo.