Archive for the ‘tecnologia’ Category

Aquisição e fusão na Tecnologia

fevereiro 15, 2008

As maiores operações de fusão/aquisição no setor de tecnologia:

1. Time Warner/AOL = 181,6 bilhões de dólares
2. SDL/JDS Uniphase = 41 bilhões
3. Compaq/HP = 23,5 bilhões
4. Network Solutions/Verisign = 20,8 bilhões
5. Seagate/Veritas = 17,7 bilhões
6. Freescale Simiconductor/Private Equity = 17,5 bilhões
7. E-tek Dynamics/JDS Uniphase = 15,3 bilhões
8. Veritas/Symantec = 11,9 bilhões
9. TV Guide/Gemstar = 9 bilhões
10. PeopleSoft/Oracle = 8,9 bilhões

Fonte: Aqui

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A rapidez da tecnologia

fevereiro 8, 2008

A figura mostra a rapidez com que uma tecnologia foi totalmente adotada no mundo. (fonte: aqui). Enquanto a ferrovia demorou 125 anos, o telefone levou 100 anos. Já o PC foi adotado em meros 25 anos. O telefone celular foi mais rápido ainda.

A questao do reconhecimento da receita

fevereiro 7, 2008

Uma pesquisa realizada pela BDO Seidman entre 100 CFOs mostrou algumas questões interessantes sobre o reconhecimento da receita em empresas de tecnologia (The Revenue-Recognition Rules Paradox, Technology-company CFOs see GAAP rules as more logical than those of IFRS — even if using the U.S. standards puts them at a competitive disadvantage, por Sarah Johnson, CFO, 5 de fevereiro de 2008). Ao mesmo tempo que estes executivos consideram que as regras contábeis norte-americanas (US GAAP) são superiores as normas do IASB no que diz respeito ao reconhecimento da receita, os CFOs consideram que as empresas estrangeiras possuem uma vantagem exatamente por usar as normas do Iasb.

Pelo IFRS (normas do Iasb), a receita de empresas de tecnologia pode ser reconhecida mais rapidamente. A questão do reconhecimento da receita torna-se importante para estas empresas já que os montantes são usados como uma aproximação do valor.

Links

dezembro 12, 2007

três reportagens da The Economist
1. A Tecnologia sendo usada no Varejo
2. evolutionary design e Evolutionary alghoritms
3. Mercado de armas

Tecnologia de Petróleo na Venezuela

outubro 9, 2007

Uma reportagem do Wall Street Journal (Oil Giants Leave More Than Oil Behind in Venezuela — Firms’ Technology, Expertise May Fall Into Hands of Rivals, Isabel Ordonez, The Wall Street Journal – 09/10/2007 – A11) mostra que a saída da Exxon e da ConocoPhillips da Venezuela pode representar mais do que o abandono de direitos na produção de petróleo. Estas empresas estariam deixando tecnologia e know-how nas mãos de competidores, em especial a forma para maximizar a produção de óleo pesado. Este tipo de petróleo é mais difícil e mais caro de processar e refinar. Entretanto, o aumento nos preços tornou este tipo de petróleo valioso e viável.


The two Western companies’ technical legacy in Venezuela could offer competitors a chance to acquire expertise in drilling sophisticated wells, upgrading crude-oil quality and preventing costly accidents, analysts say. Access to this knowledge could prove to be a boon for national oil companies, which control the world’s largest deposits yet often depend on technology developed by the private-sector Western companies to access their oil.

As empresas que podem ocupar o lugar da Exxon e da Conoco são a Petropars (Irã), Oil & Natural Gas (Índia), Lukoil (Rússia), National Petroleum (China) e Petrobrás.

A tecnologia que a Exxon e a Conoco usaram no Orinoco está disponível no mercado se as empresas pagarem um preço elevado. Mas o controle operacional será da PDVSA.

One of the most valuable pieces of expensive technology used in the Orinoco Belt is ConocoPhillips’s delayed coking process, which converts viscous oil into lighter crude.

Blu-ray x HD DVD

agosto 21, 2007

A decisão da Paramount, da Viacom e da DreamWorks de abandonar o formato Blu-ray e lançar videos de alta resolução em HD-DVD (vide Guerra de padrões de DVD pode demorar, 21/08/2007, Sarah McBride, The Wall Street Journal) prolonga a guerra para saber quem irá substituir o DVD.

Segundo o WS Journal, será necessário mais duas temporadas de fim de ano para saber quem vencerá a batalha.


Os estúdios obtiveram incentivos financeiros, não revelados, pelos compromissos de exclusividade no lançamento de filmes em HD DVD.

O fator decisivo “não foram os incentivos, mas o fato de que (os representantes do HD DVD) estão fazendo sua parte para tornar essa plataforma altamente atraente e bastante acessível”, diz Jeffrey Katzenberg, diretor-presidente da DreamWorks.

A seguir uma tabela com a escolha de cada estúdio:

Blu Ray
Columbia Pictures/MGM
Disney
Fox
Lionsgate

HD DVD
Dreamworks
First Look Studios
Paramount
Pornográfico (exceto Vivid)
Universal Studios
The Weinstein Company/Dimension

Ambos
HBO
Image Entertainment
Magnolia Pictures
New Line Cinema
Studio Canal
Warner Bros.

Fonte: Aqui

CD completa 25 anos

agosto 17, 2007

Para quem acha que a tecnologia está mudando muito rapidamente, o CD está completando 25 anos. A história começou no dia 17 de agosto de 1982 com um disco do conjunto ABBA. Neste período, foram 200 bilhões de vendas (aqui)

Padronização

julho 18, 2007

Anteriormente usei o teclado do computador para falar sobre padronização contábil (e aqui também). Agora um blog informa que Stan Leibowitz e Stephen Margolis mostram que a superioridade do teclado Dvoark é uma fábula. Mas obviamente que a adoção do teclado QWERTY no Brasil é um exemplo onde a padronização é ruim para o usuário.

Novas tecnologias e empresas

julho 15, 2007

“Uma vez cometi a temeridade de entrar numa aposta com o economista John Kay. Ele queria saber o que teria acontecido se alguém tivesse comprado ações da Great Western Railway, a mais famosa empresa ferroviária britânica, empresa que foi pioneira nas viagens por estradas de ferro. Ele especulou que se alguém tivesse comprado as ações na oferta pública inicial, e as mantivesse por um bom tempo, o retorno sobre o investimento teria sido bem modesto, algo como menos de 10% ao ano. Eu não pude admitir que uma das empresas de maior sucesso da revolução imposta pelo advento das ferrovias pudesse ter retornos tão magros. Então fui manusear edições empoeiradas do século XIX da revista The Economist para ver quem estava certo. Claro que Kay estava certo. Depois que a empresa vendeu suas ações a 100 libras por unidade em 1835, houve uma grande especulação no setor. As ações chegaram a ser vendidas a 224 libras em 1845. Depois elas foram caindo e nunca atingiram o nível inicial duratne a vida da empresa, que durou cerca de cem anos. O investidor a longo prazo teria recebido dividendos e teria um respeitável (mas não impressionante) retorno de 5% ao ano no seu investimento inicial. Quem comprou as ações no seu ponto mais alto perdeu dinheiro, mas não tanto quanto os que investiram em dezenas de outras empresas ligagas Às ferrovias, que simplesmente foram à falÊncia sem sequer completar suas linhas.”

Fonte: HARFORD, Tim. O Economista Clandestino, p. 185

Apesar de interessante, a análise acima deixou de levar em consideração um aspecto importante. Qual?

O assunto do momento

junho 29, 2007

Diante do lançamento próximo do iphone, com filas enormes de consumidores ansiosos pelo produto, o gráfico mostra que o interesse pelo produto na internet cresceu muito. 0,65% das postagens de blogs (de todas as postagens!) comentam sobre o assunto. Inclusive esta.