Archive for the ‘terceirização’ Category

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fevereiro 4, 2008

1. Número de mortes de Rambo
2. Tipo de Letra que Woody Allen usa nos seus filmes
3. Lucro da Exxon é de 40 bilhões de dólares. Mas isto não é muito…
4. Um estudo diz que o aquecimento global irá aumentar os furacões. Outro diz que irá diminuir
5. Terceirização da produção acadêmica

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O perigo de terceirização: redução do custo e responsabilidade social

agosto 3, 2007

Chumbo em brinquedo chinês ainda preocupa
Jane Spencer e Nicholas Casey
The Wall Street Journal – 03/08/2007

Uma série de recalls nos Estados Unidos de brinquedos fabricados na China, contaminados por tinta com chumbo, está suscitando uma nova questão: por que o chumbo, uma potente neurotoxina, ainda é um ingrediente comum nas tintas vendidas na China?

Na quarta-feira, a divisão Fisher-Price da Mattel Inc. anunciou que faria o recall de 967 mil brinquedos fabricados por uma empresa terceirizada na China que podem conter níveis perigosos de tinta com chumbo. Isso depois de uma série de outros recalls de brinquedos produzidos na China. O país produz aproximadamente 75% dos brinquedos do mundo.

Os recalls ilustram um grande problema de saúde pública na China: o chumbo ainda é um aditivo comum na tinta vendida no país. O chumbo causa dano cerebral e outros problemas neurológicos, especialmente em crianças.

O chumbo é tecnicamente ilegal na maioria das tintas chinesas há mais de dez anos. Mas as regras são raramente impostas, e os fabricantes chineses têm relutado em parar de usá-lo porque é um aditivo barato que serve para múltiplas funções. Adicionar chumbo à tinta pode reduzir os custos de manutenção porque ela ajuda a tinta a secar mais rápido, acelerando a produção. Pode também tornar a tinta mais resistente à corrosão, estabilizar sua solução e ajudar a dar-lhe uma aparência mais nova.

Lei Ming, um comerciante de tinta de Shatou, na província de Cantão, diz que as maiores fabricantes de tintas estatais têm em geral ciência do problema do chumbo e produzem tintas seguras. Mas centenas de empresas menores podem não estar tão preocupadas. “O mercado é assim há muito tempo. Ninguém liga”, diz.

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maio 15, 2007

1. Aversão a perda

2. Terceirizando notícias locais – O Pasadena Now, um sítio de notícias de Pasadena, Estados Unidos, está contratando dois repórteres na Índia para cobrir notícias em Pasadena. Clique aqui também

3. Morreu Alfred Chandler – O autor renomado que estudou a história dos negócios. Sua obra ficou famosa entre os contadores com o livro RelevÂncia Perdida, que utilizava, de forma intensiva, as pesquisas realizadas por Chandler. Clique aqui também

4. Terrorismo de Estado na Internet? – a grande quantidade de ataque aos sítios da internet da Estônia nas últimas semanas levaram seu governo a levantar a suspeita que tais ataques estavam sendo promovidos pelo governo russo.

5. Ilusão Fotográfica – o termo diz tudo

6. Perdendo valor com a Chrysler

Terceirização

janeiro 26, 2007

Notícia do Valor (Sob nova gestão, Zoomp e Forum segmentam grifes, 25/01/2007):

E para tornar a empresa mais competitiva, a nova gestão reduziu em 18% o quadro de funcionários e terceirizou áreas como logística e contabilidade. “De 2002 pra cá, a empresa perdeu 40% do faturamento”, diz Duo. Atualmente, a empresa fatura US$ 100 milhões.

Para uma empresa desse porte seria interessante terceirizar a contabilidade?

Brasil ganha com a terceirização

janeiro 26, 2007

Notícia do Wall Street Journal:

A terceirização parece que também está dando certo para o país mais populoso da América do Sul. Com uma onda de novos contratos de tecnologia da informação, o Brasil pode ser o grande vencedor latino-americano do boom mundial da terceirização. Ano passado a varejista americana de roupas Gap Inc. transferiu serviços de informática para o Brasil, como parte de um contrato de dez anos e US$ 1,1 bilhão com a International Business Machines Corp. A Whirlpool Corp. administra seus dados por aqui e algumas empresas americanas menores estão usando o Brasil para estrear no mundo da terceirização.

Com uma cultura e fuso horário mais parecidos com os dos Estados Unidos do que Pequim ou Bangalore, autônomos como Lazarski e multinacionais como a Accenture LTD. e a IBM estão apostando que o Brasil pode ser o grande centro da América Latina para contratos empresariais baratos, e um dos cinco melhores destinos do mundo.

As empresas brasileiras também estão tentando captar oportunidades de negócio nos EUA. Há dois anos, a Politec Ltda. iniciou um esforço para ressaltar as vantagens da proximidade, e assim conseguir contratos de empresas americanas. A Politec diz que até agora conseguiu vários trabalhos pequenos de US$ 1 milhão cada, mas espera que 2007 seja um ano bem melhor. (…)

A principal vantagem do Brasil é estar no máximo três horas à frente do horário de Nova York, dependendo da época do ano, enquanto na Índia a diferença pode chegar a 12 horas. Outro fator lembrado com freqüência são os “valores compartilhados”, uma referência às diferenças culturais que vez ou outra atrapalharam projetos na Ásia. “Dizer ‘sim’ no Brasil geralmente significa ‘sim’. Na Índia, pode significar ‘não'”, diz Peter Bendor-Samuel, diretor-presidente da Everest.

Ironicamente, o setor de tecnologia do Brasil ganhou um grande impulso do passado caótico do País. Durante os anos 80 e 90, a proibição de importar computadores incentivou a indústria nacional. E, para lidar com a inflação galopante, os grandes bancos tiveram de desenvolver sofisticados sistemas de computação. (…)

O Brasil também traz algumas dificuldades novas para o jogo da globalização. O hábito brasileiro de se cumprimentar com beijos e abraços mesmo no ambiente de trabalho não é comum em outros lugares. Um vídeo produzido pela IBM para visitantes americanos alerta que os brasileiros podem se atrasar para as reuniões. “Faça muito contato visual e não tente argumentar usando tabelas e dados”, aconselha o vídeo.

Observe que o termo “lidar com a inflação galopante, os grandes bancos tiveram de desenvolver sofisticados sistemas de computação” pode ser lido como “correção monetária de balanço” também

Custos da Terceirização

janeiro 12, 2007

Custos da terceirização – Estado de S. Paulo, 12/01/2007

(…) Diagnóstico feito no primeiro ano do governo do PT concluiu que a transferência de atividades para empresas terceirizadas prejudicou o desempenho do Estado, pois envolveu áreas que trabalham com informações sigilosas ou com formulação de políticas públicas, e resultou, em muitos casos, em gastos maiores. Foi com base nesse diagnóstico que o governo passou a realizar concursos públicos para a contratação de servidores para substituir os trabalhadores terceirizados.

A terceirização, no entanto, foi mantida em diversas atividades. E continua custando caro para o Tesouro. Em alguns contratos, de acordo com laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC) a que o jornal teve acesso, um funcionário terceirizado ganha o dobro do salário de um servidor público. Trabalhadores terceirizados que prestam serviços na área de informática para o INSS têm salário de R$ 1,3 mil, enquanto um servidor de carreira recebe R$ 635,98. (…)

Em muitos casos, porém, a terceirização serviu como um artifício contábil, pois permitiu conter os gastos com pessoal nos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mas fez crescer outras despesas.

Terceirização

janeiro 7, 2007

Em apenas três setores, gasto de R$ 3,3 bilhões

Somente no ano passado, Legislativo, Executivo e Judiciário gastaram R$ 3,346 bilhões com serviços terceirizados de vigilância, conservação e limpeza e informática. O levantamento foi feito pela ONG Contas Abertas com base nos dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) da União. Embora o governo venha substituindo funcionários terceirizados por concursados, as despesas com segurança e limpeza subiram nos últimos anos.

No caso dos gastos com vigilância, o custo foi de R$ 580,854 milhões em 2002 para R$ 734,686 milhões em 2006 – crescimento real de 26,48%. Para a limpeza, o aumento foi de 20,49%, passando de R$ 593,278 milhões em 2002 para R$ 714,857 milhões no ano passado. Já os gastos com informática tiveram queda acentuada em 2003, mas retornaram aos mesmos patamares de 2002 no ano passado: R$ 1,897 bilhão.

Esses valores não incluem compra de material de consumo, como de limpeza, nem aquisição e locação de softwares e material de processamento de dados. A ONG usou as chamadas despesas liquidadas (dado mais recente disponível), já em processo de pagamento, que, nesse caso, assemelham-se muito às efetivamente pagas. Os números também não incluem os gastos das empresas estatais com serviços terceirizados.

Esses dados mostram que a terceirização representa custo alto nas contas públicas. Para se ter uma idéia, em 2006 todo o gasto orçamentário do Ministério do Turismo foi de pouco mais de R$ 1 bilhão. No caso do Esporte, as despesas foram de R$ 541 milhões.

Fonte: Estado de S. Paulo, 07/01/2007

Terceirização

janeiro 7, 2007


O Estado de S. Paulo traz uma reportagem hoje sobre o custo da terceirização para o governo.

Governo gasta com terceirizado até o dobro do que paga a servidor

Renata Veríssimo e Sônia Filgueiras

O Executivo gasta demais com serviços de empresas terceirizadas. Laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), da Polícia Federal, ao qual o Estado teve acesso mostra que em alguns casos um funcionário terceirizado chega a custar duas vezes mais que um servidor público. Ao examinar um contrato de serviços de informática firmado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2001, no valor de R$ 54,5 milhões, os peritos do INC apontam que o salário considerado era de R$ 1,3 mil, enquanto um servidor de carreira tem remuneração de R$ 635,98.

(…)O mesmo laudo do INC conclui que os valores contratados superavam em R$ 14,4 milhões a média dos preços cobrados no mercado pelo mesmo tipo de serviço. Auditoria da Controladoria da União em um contrato de emergência de prestação de serviços firmado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em 2004 também apontou possível prática de preços superiores aos do mercado e de contratos semelhantes na própria administração pública. Os auditores estimaram em R$ 2,7 milhões o prejuízo potencial em 6 meses.

Outra inspeção da CGU nas contas de 2004 do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) identificou que os salários informados à Previdência pela empresa contratada seriam ‘muito inferiores’ aos repassados pelo DNIT no contrato de terceirização.

Razão do aumento da terceirização

novembro 19, 2006


É inegável que tivemos um aumento na terceirização nos últimos anos. Uma das razões para este aumento pode ser explicado pela teoria da agência. Como?

“A terceirização dos negócios [ocorreu] (…) também por que se tornou mais fácil para as empresas monitorarem e previnir os custos de agência da terceirização.”

Fonte: Economic